LA VERITA'

La verità si divide in "verità di fede" e "verità di tortura". Della verità pura e semplice non frega niente a nessuno.

lunedì 5 giugno 2017

Riflessione sul terrorismo e i suoi fondamenti ideologici

Quando si parla di terrorismo, si parla sempre di cristianesimo.

Non è importante se il cristianesimo non appare nella forma degli atti di terrorismo, appare nella sostanza delle idee con le quali il terrorista guarda e pensa il mondo.

Il primo terrorista della storia dell’umanità è il dio dei cristiani.

Il dio dei cristiani è il terrorista padre di tutti i terroristi che si vanta di aver fatto il più grande atto di terrorismo a cui l’umanità sia in grado di assistere: ha macellato tutta l’umanità, indiscriminatamente, col diluvio universale.

Ogni terrorista, per essere tale, deve imitare il dio della bibbia di ebrei e cristiani.

Ammazzare Aldo Moro e la sua scorta non è un atto di terrorismo, può essere considerato un assassinio politico, ma non un atto di terrorismo.

Il terrorismo ha la caratteristica di colpire indiscriminatamente. L’attentato di Piazza Fontana è un atto di terrorismo. L’attentato a Piazza della Loggia è un atto di terrorismo. L’attentato alla stazione di Bologna è un atto di terrorismo. L’uccisione di Bachelet o di Biagi sono uccisioni motivate da intenti politici, non sono indiscriminate.

Per fare il terrorista, come stiamo assistendo negli ultimi fatti in Francia e in Gran Bretagna, è necessaria l’imitazione del dio dei cristiani e di Gesù, quello che ordina di sgozzare chi non si mette in ginocchio davanti a lui.

Per combattere il terrorismo serve un’ideologia del diritto.

Un’ideologia del diritto che manca alla Polizia di Stato i cui comportamenti sono più affini a quelli dei terroristi (sequestri, torture, aggressioni alle spalle, ecc.) che non ai doveri imposti dalla Costituzione. Fu il Ministro degli Interni del governo precedente che si vantò di aver fermato l’approvazione della legge sulla tortura per consentire alla Polizia di Stato di torturare indiscriminatamente i cittadini in nome di quel crocifisso, Gesù che ordina di scannare le persone, i cui principi vengono a sostituire i principi Costituzionali.

Fra i musulmani fondamentalisti che scannano le persone per strada e la Polizia di Stato che tortura i cittadini nelle segrete delle Questure e dei posti di Polizia: qual è la differenza? Nessuna. Si tratta di terroristi nell’uno e nell’altro caso. La pretesa di impunità nella pratica della violenza indiscriminata è la stessa.

Ogni terrorista segue il dio della bibbia e segue gli ordini di Gesù di scannare le persone.

Per fermare il terrorismo serve una diversa ideologia che sappia opporre principi diversi.

Quando la Polizia di Stato aggredisce i luoghi di culto non cattolici, non è diversa dall’Isis che distrugge i reperti archeologici di Palmira. Quando il magistrato deride il cittadino che sporge denuncia, non è diverso dai servii segreti che per far credere di essere necessari o ignorano i dati che creano allarme o lanciano allarmi sociali ingiustificati, come è stato fatto per il giubileo cattolico, per poter militarizzare le città e impedire l’esercizio dei diritti Costituzionali dei cittadini.

Il terrorismo fa comodo alla Polizia di Stato. La Polizia di Stato, con l’uso della televisione, di giornalisti codardi, ha lanciato talmente tanti allarmi terroristici da costruire una vera e propria psicosi del terrore nelle persone più fragili, più facilmente impressionabili, i cui effetti li abbiamo visti a Torino.

Per fermare il terrorismo è necessario fermare l’attività di terrorismo della Digos che è composta da poliziotti malati che vedono fantasmi ad ogni angolo di strada e stanno inquinando le Istituzioni Democratiche con aggressioni ad ogni cittadino che non si metta in ginocchio davanti a loro in nome del crocifisso.

Per fermare il terrorismo come oggi lo vediamo, serve una battaglia ideologica che non è possibile portare avanti perché la Digos vede messa in discussione la propria possibilità di violentare le persone in nome di una sicurezza che sta solo nei loro cervelli malati che, di fatto, si fanno complici del terrorismo.

Per fermare il terrorismo è necessario arrestare il macellaio di Sodoma e Gomorra. E’ necessario fermare il pederasta in croce che ordina di scannare chi non si mette in ginocchio davanti a lui.

Ma pur di aiutare il terrorismo la Polizia di Stato preferisce far violentare la struttura psichica dei bambini in nome del crocifisso così, una volta che ha manipolato la loro struttura emotiva, può gridare al delinquente e torturarlo nei posti di polizia.


Claudio Simeoni

domenica 28 maggio 2017

Terrorismo em Marghera: evangélicos e a exaltação ao ódio social

Estive em Marghera hoje, 27 de maio de 2017, para compras e fui agredido por exaltados que deliravam em volta da bíblia, em torno do pederasta na cruz com o seu ódio pelo social, ódio esse que a bíblia manifesta contra os cidadãos que se vinculam à Constituição da República. Uma agressão de forma terrorista à qual um dos exaltados fazia uso de um megafone que tinha nas mãos; quem ia fazer compras não tinha como se livrar da agressão a não ser renunciar em adquirir compras junto aos comerciantes.




Quando se fala de terrorismo se fala de atos criminosos que são louvados mediante uma ideologia que prevê mortes, chacinas, muito além do que essa ideologia possa acarretar em termos de princípios ideológicos que exprime.

Louvar em praça pública o açougueiro de Sodoma e Gomorra, aquele porco que se vangloria de ter massacrado a humanidade com o dilúvio universal, constitui uma exaltação à chacina. É um ato de terrorismo mesmo se àquele, que exalta o açougueiro de Sodoma e Gomorra, não tem a permissão de massacrar os habitantes de Marghera, como carniceiro de Sodoma e Gomorra fez. Resta a esses criminosos a possibilidade de poder realizar tal massacre pela sua ideologia religiosa.




Quando se exalta Lutero e o seu ódio contra os hebreus, conforme ele escreveu entre outras coisas:

'[Os Hebreus] nos mantêm prisioneiros no nosso país. Eles nos fazem trabalhar, com o suor das nossas frontes, nos faz obter dinheiro e propriedade para eles; enquanto isso, eles se aquecem junto às lareiras, indolentes, presunçosos, tostando peras nas chamas da lareira, vivem a comer, a beber, tornam suas vidas belas e cômodas às custas das nossas riquezas. Eles [os hebreus] escarnecem de nós e cospem sobre nós, pelo fato de trabalharmos, e nós os aceitamos como inábeis ao trabalho, como nossos senhores e nossos patrões, e proprietários do nosso reino. O que mais devemos esperar, nós cristãos, com esse povo danado e infame dos hebreus?

Lutero continua:

[As medidas a serem adotadas] eu quero dar o meu conselho sincero.
Em primeiro lugar, é necessário atear fogo às suas sinagogas ou escolas; e o que não estiver apropriado para queimar deve ser coberto de terra e sepultado, de tal modo que ninguém mais possa ver uma só pedra ou vestígio. E isto deve ser feito em honra de nosso Senhor e da Cristandade, de maneira que Deus veja que nós somos cristãos e que não toleramos, nem permitimos - conscientemente - essas mentiras notórias, nem maldições e injúrias contra Seu filho e os Seus cristãos. Porque o que nós até agora temos tolerado por ignorância (eu mesmo não tinha percebido) nos será perdoado por Deus. Mas, se agora que estamos cientes, devêssemos proteger e defender para os hebreus uma tal casa na qual eles - bem debaixo dos nossos narizes - mentem, injuriam, amaldiçoam e cobrem Cristo com cuspidas e desprezo e nós (como temos ouvido), enfim, estaríamos de acordo com eles como se nós próprios de tal modo agíssemos, e muito pior agora que estamos bem sabedores de tudo.

Lutero continua escrevendo:

'Moisés escreve no XIII capítulo do Deuteronômio, que se uma cidade pratica a idolatria, necessário se faz destruí-la completamente com o fogo, e não deixar que dela nada reste. E se Moisés hoje vivesse, então ele seria o primeiro a incendiar as sinagogas e as casas dos hebreus. Porque ele ordenou severamente nos capítulos IV e XII, do Deuteronômio de não subtrair e nem acrescentar alguma coisa da sua lei. E Samuel expõe no XV capítulo, do primeiro livro, que não obedecer a Deus é idolatria. Agora, a doutrina dos hebreus nada mais é senão comentários de rabinos, e portanto idolatria pela desobediência; de modo que Moisés tornou-se totalmente desconhecido para eles (como tem-se dito), exatamente como para nós debaixo do papado a Bíblia tornou-se desconhecida. E, portanto, também em nome de Moisés, as suas sinagogas não mais podem ser toleradas, porque elas os difamam como a nós também, e não é necessário a eles, com tal idolatria, terem-nas como igrejas de livre acesso.

Extraído do site:

http://www.gliscritti.it/antologia/entry/1358

Claudio Simeoni expõe dando a sua explicação:
Ainda deseja-se comentar que Lutero não é o responsável pela matança dos hebreus? Existe, por acaso, um só tedesco que tenha participado direta, ou indiretamente, da matança dos hebreus que não tivesse se dirigido à igreja, e não tivesse se nutrido do ódio de Lutero contra os hebreus sem condenar a Lutero?

Claudio Simeoni continua esclarecendo sobre os escritos de Lutero:

Isto é chamado de "professar o ódio religioso" seja contra o Pagãos como contra os hebreus. Um ódio religioso que se traduz em carnificina, em agressões físicas, quando as condições assim o permitem.




O homem não é criado à imagem e à semelhança de um deus louco, cretino e incapaz que se vangloria de ser o proprietário do mundo. O homem se adapta às solicitações sociais, e as solicitações sociais às quais eram submetidas as crianças alemãs eram, também, de Lutero: um assassino sanguinário. As crianças adaptam as suas estruturas emotivas de acordo com a violência com que são submetidas; as crianças se adaptam à violência religiosa que elas padecem por parte de quem deseja obrigá-las a ficarem de joelhos para rezarem.

Essa ideologia para o assassinato, do açougueiro de Sodoma e Gomorra, foi levada em praça pública de Marghera. Exalta-se o deus da bíblia e junto com ele a carnificina; louva-se o ódio religioso e louva-se a violência religiosa contra os menores de idade; tudo em nome e em louvor do pederasta de Nazaré (as pessoas não enxergam que ele foi preso com um menino nu envolto em um lençol, um personagem pedófilo).

Um pederasta na cruz que serve para reiterar o delito de violência contra as crianças, que são constrangidas a permanecerem de joelhos para orarem, em vez de ajudarem as crianças a se tornarem cidadãos e cidadãs conscientes de que vivem em uma sociedade que delas requer responsabilidades pessoais. Uma atitude adulta anula a outra atitude.

Os evangélicos, bem como os católicos, em Marghera, trouxeram o terrorismo obrigando as crianças a honrarem o pai e a mãe e a exaltarem um pobre incapaz na cruz, que se gaba de ser o proprietário das pessoas e divulga milagres ilusórios para construir o desespero social.

E, assim, em Marghera, os cidadãos são insultados com um megafone de onde são pronunciadas palavras que louvam a carnificina, louvam o pederasta na cruz, louvam os delitos de racismo, e progagam o ódio religioso.

AONDE ESTÁ A SEGURANÇA DA POLÍCIA DO ESTADO?



A nossa Constituição permite o culto privado, quando porém entra em público aquele pederasta na cruz que na bíblia *ORDENA PARA QUE SEJAM DEGOLADOS TODOS OS QUE NÃO SE COLOCAREM DE JOELHOS DIANTE DELE* (leiam a bíblia e constatem vocês mesmos), cometendo pois um delito e ofendendo os cidadãos. 

Ele ofende os sentimentos religiosos de cidadãos que acreditam que os direitos Constitucionais são sagrados. Terroristas que ofendem e injuriam aqueles cidadãos que acreditam que: não é um dever das crianças honrar os genitores, mas são os genitores que são obrigados a honrarem os filhos. Como? Construindo cidadãos e cidadãs responsáveis e não genitores que, se julgam no direito de violentarem a estrutura emotiva dos seus filhos e filhas, obrigando-os a ficarem de joelhos para rezarem.

Em Marghera houve um constrangimento para que as pessoas assistissem a uma manifestação de ódio social. Houve um atentado às Instituições que presenciaram a cumplicidade de uma Polícia de Estado que, ainda, mais uma vez, ao invés de honrar a Constituição da República, eis que se prostrou diante de um porco que ordena, nos evangelhos, para *degolar aquele que não se puser de joelhos diante dele.*

Os evangélicos os católicos, os hebreus e os muçulmanos, os budistas, são todos covardes porquê golpeiam pelas costas os cidadãos e, assim, disseminam o ódio social; eles agridem as crianças, eles destroem os lugares de culto Pagãos e agridem as pessoas que se recusam ficarem de joelhos diante do deus assassino deles.

É com o ódio social que Brugnaro continua a devastar Veneza. Declara guerra aos vigilantes urbanos que solicitam o respeito por suas normas. Declara guerra aos empregados do Casinò. Tudo isto para defender os seus interesses na prevaricação do trabalho, e para a construção da miséria social em nome e em louvor do pederasta na cruz e do carniceiro de Sodoma e Gomorra.

Enquanto Brugnaro impede as manifestações como Mestre Europa, e favorece os insultos aos habitantes de Marghera, em nome do açougueiro de Sodoma e Gomorra, e do pederasta na cruz, eis que evangélicos e católicos, ambos covardes, sempre fogem como ratos de esgoto, mas a eles é permitido violentar a psique das crianças. Como? Obrigando-as a rezarem.

Por muito menos magistrados mandaram prender, e condenaram; enquanto agora se consente a uma ralé de assassinos (que exaltam a bíblia, o que significa reiterar o delito de apologia de matança, de carnificina, isto é comparticipa com a hecatombe acima descrita - nota: Aqui Claudio se refere desde os escritos de Martinho Lutero - Martin Luther - e ao deus feroz bíblico) que exaltam o açougueiro de Sodoma e Gomorra ou o pederasta na cruz numa praça onde os cidadãos são obrigados a sofrer a propaganda forçada e deixarem de fazer as suas compras que haviam planejado.

Isto é terrorismo.

Ou talvez vocês pensem que quando o porco do deus bíblico "diz":

'Moisés, o sacerdote Eleazar e todos os príncipes da comunidade saíram ao seu encontro fora do acampamento. 14 Moisés se enfureceu contra os comandantes do exército, chefes de milhares e chefes de centenas, que voltavam daquela expedição de guerra. 15 Moisés lhes disse: "Vocês deixaram todas as fêmeas com vida? 16 Eles, por recomendação de Balaam, ensinaram aos Israelitas a infidelidade contra o Senhor, no serviço de Peor; pelo qual vem o flagelo na comunidade do Senhor. 17 Agora matem cada macho entre as crianças e matem cada mulher que se uniu a um homem; 18 Mas todas as meninas que não se uniram com homens, conservem-nas com vida. 19 Depois acampem durante sete dias fora do campo; aquele que matou alguém . e aquele que tocou um cadáver que se purifique no terceiro e no sétimo dia; isto é valido para vocês e os prisioneiros de vocês. 20 Purifiquem também cada vestimenta, cada objeto de pele, cada trabalho elaborado com pelo de cabra e cada objeto de madeira'

Números 31, 13 - 20

Isso não seria um induzimento ao ódio social? Incitar à matança exatamente como os nazistas fizeram nos campos de concentração? Por quê a Polícia de Estado concede ao açougueiro de Sodoma e Gomorra cometer delitos, dos mais atrozes, como os que ela reprime com os seguidores de Ísis? Talvez porque para a Polícia de Estado a lei não é igual para todos?



Isso pode agradar aos policiais que torturam os cidadãos, mas essas são regras estabelecidas pela nossa Constituição. De modo que, um Policial só pode considerar-se como tal, na medida em que ele segue a Constituição da República, porquanto ao contrário é considerado como um bandido, um criminoso, que faz uso das Instituições para delinquir usando de normas diversas das estabelecidas pela Constituição. O crime de assassinato em massa é reiterado cada vez que se exalta a bíblia, sem que esse deus bíblico seja condenado pelos seus delitos. Exaltar a bíblia constitui ofensa e agressão a cada pessoa da sociedade civil.

Louvar o deus da bíblia É UM ATO DE TERRORISMO PRATICADO CONTRA A NOSSA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA!

Só pelo fato de a Polícia do Estado não reprimir o terrorismo significa que, desse modo, ela extrai um benefício: quantas crianças mais andarão mendigando o milagre do Padre Pio em vez de tornarem-se cidadãos conscientes e responsáveis dentro da sociedade civil?

Quantas crianças ainda morrerão na busca de remédios homeopáticos porque os genitores estão convictos de que alguém faz milagres?

Esses covardes, que exaltam o ódio do deus da bíblia, sabem cometer violência contra as crianças e aos indefesos, contra as pessoas frágeis e isto "graças" aos policiais, que não cumprem com o seu dever.

O deus dos cristãos que bombardeia os muçulmanos é o mesmo deus com que os muçulmanos do Ísis justificam as bombas deles: desejamos acabar com a ideologia do terrorismo?

São 2000 anos que os cidadãos padecem violências em nome de um criminoso idiota e covarde, que disseminava ódio e difamação e que foi condenado à cruz.

Desejamos acabar com isso e respeitar as normas da Constituição em seu espírito?

É vergonhoso que as normas de igualdade, da nossa Constituição, são constantemente espezinhadas em nome de um criminoso que, afirmando ter criado o mundo, julga-se no direito de cometer todas as atrocidades como se os delitos contra a humanidade prescrevessem.

Ponto final com essas manifestações de terrorismo contra a nossa Constituição da República!

Ponto final com os insultos aos habitantes de Marghera por um punhado de votos.

Claudio Simeoni

Traduzido por Dante Lioi Filho


domenica 21 maggio 2017

Il Dio cristiano e lo stupro dell'uomo

La domanda che va posta a tutta la filosofia e a tutti coloro che si occupano di scienze sociali è questa:

ha diritto il Dio dei cristiani di stuprare l'uomo?

Questa è la domanda a cui la filosofia è chiamata a rispondere.

Claudio Simeoni

Il bullismo del Dio cristiano e di Gesù

Leggere i testi cristiani dalla
parte dell'uomo che viene costretto
alla sottomissione .
Se la madonna dei cristiani, quando recita il Magnificat nel Vangelo di Luca, è il modello ideale della prostituta che esalta il proprio utilizzatore mentre distrugge la sua personalità, Giobbe della bibbia è il modello dello stuprato che, reso impotente davanti alla vita, esalta l’onnipotenza del suo stupratore.

Il modello dello stupro dell’uomo è il modello che la bibbia propone come attività nei confronti degli uomini. Gli uomini devono essere stuprati da Dio, resi vuoti. Costretti in quello stato psicologico della kenosi in cui l’uomo supplica il suo stupratore di avere pietà di lui perché lui, lo stuprato, è solo un peccatore.

Chi va al catechismo della chiesa cattolica si identifica col Dio della bibbia o con Gesù, due bulli prepotenti e feroci, e nella sua vita sociale riproduce quella ferocia.

Ma quella ferocia non è solo ferocia del Dio cristiano o di Gesù fine a sé stessa, è la ferocia che deve rendere l’altro impotente, sottomesso, deferente, obbediente e supplice.

In questo modo si costruisce una società di emarginati. Di falliti nella loro esistenza. Bulli e prepotenti che subiscono prepotenze e bullismo a loro volta in nome e per conto del crocifisso col quale, individui più forti di loro, si identificano.

In questo modo, nell’animo umano trionfa il criminale che ha macellato l’umanità col diluvio universale e brilla nella cinematografia americana l’eroe che “salva” il mondo distruggendo intere città, paesi o tutta la Terra.

Il modello del macellaio di Sodoma e Gomorra è assunto a modello del super eroe dei fumetti che, incapace di arare la terra o di costruire le case, le abbatte con bombe ed esplosivi.

In questo modo la società è ridotta a tanti Giobbe che supplicano l’onnipotenza del loro stupratore guardando stupiti un mondo dal quale sono stati estraniati.

Claudio Simeoni

venerdì 12 maggio 2017

Chiesa cattolica e lo stupro dei bambini mediante la preghiera

L’uomo non è creato ad immagine e somiglianza di un dio pazzo cretino e deficiente;
La violenza di Gesù sta distruggendo
la società civile italiana.
l’uomo diviene costruendo la sua struttura psico-fisica, la sua struttura emotiva, le sue idee sul mondo e i metodi della sua strategia d’esistenza, mediante un processo di adattamento soggettivo alle variabili oggettive che l’ambiente sociale gli impone.

Costringere un bambino a pregare, significa VIOLENTARLO!

Costringere un bambino a pregare, comunque sia la qualità della violenza con cui lo si fa, costringendo la sua struttura emotiva a sottomettere sé steso ad una morale o a condizioni di giudizio di una entità superiore, significa adattare a quelle condizioni imposte la sua struttura emotiva e le sue strategie con le quali affrontare i problemi della vita.

I problemi della vita consistono nella necessità di veicolare le proprie emozioni nel mondo in cui viviamo. I problemi della vita consistono nel ricevere soddisfazione dalle azioni che facciamo nel mondo.

Dal momento che la violenza della preghiera trasforma il bambino in sottomesso a Gesù o alla vagina vergine della madonna dei cristiani, ne segue che solo rappresentandosi come Gesù o come la negazione della vagina vergine, è possibile soddisfare la propria struttura emotiva veicolata nel mondo.

Il bullismo altro non è che Gesù che si pavoneggia davanti alla samaritana e che quando la samaritana gli dice “Sei uno stronzo”, lui gli dice “Come puoi tu parlare bene, malvagia come sei?”. Il bullismo è il figlio del padrone che, incapace, ignorante e impotente, come Gesù, fa violenza affinché tutti si mettano in ginocchio davanti a lui.

La stupidità dei cristiani, dei cattolici in particolare, è quella di pensare che i bambini, una volta educati alla sottomissione, crescendo rimangano sottomessi, anziché identificarsi con chi li sottomette, appunto Gesù, e come Gesù fare violenza affinché tutti si sottomettano a loro.

E’ puro e semplice stupro della struttura emotiva dell’infanzia fatta dai cattolici che rendono i futuri adulti incapaci di esprimere strategie diverse per relazionarsi nella società che non siano quelle del dominio e del potere discrezionale sull’altro che sfocia nella violenza.

Costringere i bambini a pregare mediante la relazione familiare, significa incitare ai delitti di femminicidio e, più in generale, dei delitti in famiglia. La chiesa cattolica, imponendo ai bambini a pregare, si dimentica che la famiglia è fatta di persone e non di ruoli, di servi e di schiavi obbedienti. Quando il ruolo viene violato, il cattolico si erge a ripristinare il suo dominio. Così la donna che pretende di essere una persona e non solo una “moglie”, “madre”, “serva”, “amante”, con la violenza deve essere riportata all’ordine e il coltello, per il cattolico, è spesso la soluzione. Così il bambino che pretende di essere considerato una persona, va “bastonato” (sia fisicamente che psicologicamente) per essere ricondotto all’obbedienza e alla sottomissione.

Portare il bambino a pregare significa portare il bambino ad identificarsi con Gesù: o fai quello che voglio io o io ti ammazzo. Che è un atteggiamento diffuso e prevalente nelle Istituzioni sociali i cui funzionari si ergono come tanti Gesù davanti ai cittadini che vengono costretti alla sottomissione. Vengono costretti a rinunciare ai loro diritti da funzionari che si ritengono tanti Gesù che come figli del dio padrone si pensano al di fuori della legge.

Costretto a pregare fin dall’infanzia, il barbone pensa di non avere diritti. Di non essere un cittadino. Vive la sua condizione in assoluta soggezione. Così, chi è costretto a compiere dei reati non è consapevole, spesso, del suo stato di necessità e viene criminalizzato gratuitamente. Il magistrato ignora la sua necessità. Gesù si infastidisce, non tollera il “fariseo” che essendo onesto chiede al suo dio di essere altrettanto onesto. Gesù non tollera il cittadino che chiede il rispetto dei suoi diritti. Il cittadino deve sentirsi colpevole davanti al Gesù che lo giudica e lo criminalizza per il suo piacere sadico. Tutti devono essere peccatori e tutti i cristiani si sentono Gesù che violentano le persone perché “loro”, coloro che prendono di essere cittadini, “sono peccatori”.

Tutto il disagio sociale che la società sta vivendo e che la crisi economica ha accentuato, ha la sua fonte nel costringere i bambini a pregare struprandone la struttura emotiva.

L’uomo non è creato ad immagine e somiglianza di un dio pazzo, cretino e deficiente, l’uomo si adatta e se tu lo costringi a supplicare Gesù costruisci un cittadino che da adulto, qualunque sia la sua condizione sociale, si considera un Gesù a cui tutti si devono sottomettere.

Eppure, basterebbe non stuprare i bambini. Considerarli persone, soggetti di diritto Costituzionale col diritto di diventare cittadini consapevoli. Solo che, per farlo, servono adulti consapevoli capaci di prendersi in mano la responsabilità della propria vita e non tanti Gesù che delirano di onnipotenza facendo violenza, sia psicologica che fisica, ad ogni individuo più debole.

Fintanto che non si arresterà Bergoglio per delitti contro l’umanità, la chiesa cattolica, stuprando bambini, continuerà ad alimentare il disagio sociale.

Claudio Simeoni


sabato 6 maggio 2017

La madre di tutte le bombe

Gesù semina odio sociale e
terrorismo contro chi non si può
difendere quando non si mette
in ginocchio davanti a lui.
La madre di tutte le bombe è stata costruita dai cristiani.

E’ stata costruita nel nome e per conto del dio dei cristiani.

E’ stata sganciata dai cristiani contro i loro nemici musulmani.

I cristiani hanno fatto la madre di tutte le bombe in nome e per conto di Gesù e del dio dei cristiani che ordina di macellare chiunque non si metta in ginocchio davanti ai cristiani.

Lo Stato Italiano che ripudia la guerra nella sua Costituzione è compartecipe nello sgancio della madre di tutte le bombe con cui i cristiani hanno espresso il loro odio contro chi ha una diversa religione.

Bergoglio, e i Bergoglio precedenti, in quanto cristiano è responsabile della fabbricazione dell’uso della madre di tutte le bombe.

Non è solo “responsabilità morale”, ma compartecipazione al medesimo disegno criminoso.


Claudio Simeoni

venerdì 5 maggio 2017

La carità cristiana è terrorismo

Gesù è il terrorista che viene usato 

dalla chiesa cattolica
per costruire la miseria
fra i popoli.
Che cos’è la carità?

La carità è l’atto con cui il dio padrone, per estensione ogni padrone di persone, elargisce ad ogni schiavo che, agendo in suo nome e per suo conto, obbedisce ai suoi ordini manifestando, con questo, l’amore per il padrone.

Essere nelle condizioni di fare la carità è imperativo per il cristiano. Gli altri devono essere poveri, il cristiano deve essere ricco, deve appropriarsi della ricchezza che ruba agli uomini.

Gli uomini amano “dio” e il dio dei cristiani fa loro la carità.

Solo che per amare il dio dei cristiani è necessario rinunciare alla propria dignità di uomini. E’ necessario lavorare per distruggere sia la vita del singolo uomo che dell’intera società civile.

Gesù è chiaro:

Ed ecco un tale gli si avvicinò e gli disse: "Maestro, che cosa devo fare di buono per ottenere la vita eterna?". Egli rispose: "Perché mi interroghi su ciò che è buono? Uno solo è buono. Se vuoi entrare nella vita, osserva i comandamenti". Ed egli chiese: "Quali?". Gesù rispose: "Non uccidere, non commettere adulterio, non rubare, non testimoniare il falso, onora il padre e la madre, ama il prossimo tuo come te stesso». Il giovane gli disse: «Ho sempre osservato tutte queste cose; che mi manca ancora?". Gli disse Gesù: "Se vuoi essere perfetto, va', vendi quello che possiedi, dallo ai poveri e avrai un tesoro nel cielo; poi vieni e seguimi". Udito questo, il giovane se ne andò triste; poiché aveva molte ricchezze. Allora Gesù disse ai suoi discepoli: "In verità vi dico: difficilmente un ricco entrerà nel regno dei cieli. Sì, ve lo ripeto, è più facile che un cammello entri per la cruna di un ago, che un ricco nel regno di Dio". Udito ciò i discepoli sbigottirono e dicevano: "Chi dunque, potrà salvarsi?". E Gesù guardandoli disse loro: "Questo è impossibile per gli uomini; ma a Dio tutto è possibile".

Vangelo di Matteo 19, 16-27
Tratto da:


I principi dell'ideologia cristiana: Gesù vuole distruggere le società degli uomini e i cristiani eseguono.

Nel sito:


L’uomo non deve vivere nel benessere, ma deve essere costretto a vivere nell’indigenza perché, in questo modo, è debole e fragile davanti a Gesù e ai suoi apostoli che, nel nostro caso è Bergoglio e la chiesa cattolica. Coloro a cui il loro dio garantisce di passare attraverso la cruna dell’ago anche se sono vissuti accumulando ricchezze e togliendo il benessere alle persone che hanno ridotto a povere. Bergoglio è il terrorista e il ladro e, prima di lui, i Bergoglio che lo hanno preceduto da “Pietro” fino a Ratzinger.

Sono i cristiani che costruiscono la miseria fra i popoli. In questo modo consentono al loro dio di mettere in atto la sua carità nei confronti delle persone che hanno ridotto ad essere dei miserabili. Il terrorismo consiste nella costruzione della miseria per i fini di potere e di controllo dei popoli imposti dai cristiani.

Sono i cristiani che spingono gli illusi ad attraversare il deserto, mettersi nelle mani di trafficanti di uomini e andare a morire sui gommoni fatiscenti nel mar Mediterraneo.

Sono i cristiani che hanno devastato l’Africa.

Sono i missionari cristiani che hanno macellato le popolazioni africane sia direttamente, come preti cristiani e cattolici in particolare, che indirettamente come cristiani colonialisti in nome del dio padrone e del razzismo che ha sempre caratterizzato il cristianesimo e Gesù stesso.

Ridurre le persone in miseria le rende pronte ad accogliere la carità del padrone. La carità dei miliardari cristiani che si compiacciono nel distribuire le briciole a chi hanno reso miserabile affinché alimenti la miseria in tutta l’Europa.

La carità è un atto di terrorismo che segue altri atti di terrorismo con cui si è distrutta la capacità dei popoli di progettare il loro futuro.

All’ideologia della carità va opposto il diritto Costituzionale che garantisce all’uomo la sua dignità e censura, per delitto contro l’umanità, il dio padrone cristiano.

Bergoglio andrebbe arrestato e processato in nome della salvaguardia dei diritti dell’uomo che Bergoglio nega ogni volta che esalta il suo dio padrone: il macellaio di Sodoma e Gomorra. Un dio assassino che impone ai bambini facendo loro violenza ogni volta che li costringe a pregare.

Il cristianesimo è il costruttore della miseria sociale, della disperazione degli uomini,  per consentire al suo dio padrone di dilettarsi con la carità mentre distrugge il futuro dell’uomo. E, intanto, la carità fatta dalle bande criminali dei cattolici viene pagata a caro prezzo sottraendo centinaia di milioni di euro alla società civile e garantendo loro uno stipendio per meglio distruggere il divenire dell’uomo.

Dicono i cristiani:

“Udito ciò i discepoli sbigottirono e dicevano: "Chi dunque, potrà salvarsi?".”
E cosa risponde Gesù?

Anche se siete miliardari ricchi, non vi preoccupate:

“E Gesù guardandoli disse loro: "Questo è impossibile per gli uomini; ma a Dio tutto è possibile".”

Importante per Bergoglio è accumulare ricchezza costringendo gli individui ad essere poveri. Ricordo che il Vaticano, di cui Bergoglio è il padrone, è il maggior miliardario e finanziere del mondo. Gli altri miliardari, che si ritengono i padroni della finanza mondiale, sono solo delle pulci che con passione, spesso, si mettono in ginocchio pur di accedere ai miliardi che muove Bergoglio.


Claudio Simeoni

giovedì 27 aprile 2017

L'odio di Platone per gli uomini nel Timeo


A Platone interessava distruggere

il Mito in nome del suo dio padrone.

Ciò che offende leggendo Platone non è il fatto che egli conosca o non conosca ciò che oggi la scienza conosce. Lui non è tenuto a conoscere ciò che oggi noi conosciamo come noi non siamo tenuti a conoscere ciò che verrà scoperto fra 10, 100 o 1000 anni.

Ciò che offende è l’assoluto disprezzo per gli uomini, il disprezzo per la società e il disprezzo per la vita che deve sottomettere ad un padrone costruito a sua immagine e somiglianza.

Il sistema reincarnazionista di Platone (che ha poco a che vedere con un sistema di metempsicosi) Platone si erge a modello della “bellezza dell’uomo”. Tutte le attività diverse da quelle fatte da Platone sono “pura mer.da” condannate a vivere in quelle che lui ritiene essere forme inferiori di vita. Come la donna che altro non sarebbe che la reincarnazione degli uomini considerati vigliacchi da Platone.

Scrive Platone nel Timeo (pag. 1409 - 1410 di Platone tutti gli scritti a cura e traduzione di Giovanni Reale ed. Bompiani 2014)

Ora sembra che sia giunto al termine quello che ci è stato proposto all’inizio, ossia di discorrere dell’universo fino alla generazione dell’uomo. Per quanto riguarda gli altri animali, come a loro volta siano nati, ne faremo solo cenno in breve, senza dilungarci più dell’occorrente. In questo modo, infatti, potremo credere di aver mantenuto la giusta misura nei discorsi fatti su queste cose. Ecco, dunque, quello che dobbiamo dire a questo riguardo. Degli uomini che sono nati, quanti sono stati vili e hanno trascorso la vita in maniera ingiusta, secondo un discorso verosimile, nella seconda generazione, si sono trasformati in donne.
[…]
La razza degli uccelli, poi si generò per trasformazione, mettendo penne in luogo dei peli, da uomini che erano senza cattiveria, che si occupavano, sì, di cose celesti, ma che credevano, a motivo ella loro leggerezza di avere le dimostrazioni più sicure mediante la vista.

La razza degli animali pedestri e selvaggi, poi si generò da quegli uomini che non si occupano di filosofia e non contemplano niente della natura e del cielo perché non fanno uso delle circolazioni che sono nella testa, ma seguono per guida solamente le parti dell’anima che stanno nel petto. Per questo loro comportamento, infatti, piegano a terra le membra anteriori e le teste, attirati dalla affinità con la terra, e hanno le teste oblunghe di forme svariate, a seconda che le circolazioni delle loro teste siano state compresse dalla loro inattività. Perciò il loro genere ha quattro o più piedi per tale ragione, perché il dio [il Dio creatore di Platone strumento del dio creatore, l’Artefice] sotto i più insipienti pose il numero maggiore di sostegni, in modo che fossero maggiormente attratti verso terra.

Quelli di essi [uomini maschi], poi, che sono privi di senno in sommo grado e distendono tutto quanto il loro corpo per terra, dal momento che essi non hanno più bisogno di usare i piedi, sono stati generati appunto senza piedi e striscianti per terra.

Il quarto genere, invece, ossia l’acquatico, si generò da quelli [uomini maschi] che sono più di tutti privi di senno e ignoranti, i quali, da coloro che li hanno trasformati, non furono giudicati neppur degni di una pura respirazione, perché avevano l’anima contaminata da ogni forma di disordine, ma, in luogo della respirazione leggera e pura dell’aria, li spinsero nella respirazione torbida e cupa dell’acqua. Di qui ebbe origine la stirpe dei pesci e quella di tutti i crostacei e di tutti quanti gli altri acquatici, e come pena dell’ignoranza estrema ebbro in sorte abitazioni estreme.
E appunto in questi modi, allora e adesso, gli animali si mutano l’uno nell’altro, trasformandosi per la perdita o per l’acquisizione di intelligenza o privazione di senno.

Conclude queste offese alla vita, Platone:

E a questo punto dobbiamo dire di essere pervenuti alla fine del discorso intorno all’universo. Infatti, ricevendo in sé gli animali mortali e immortali ed essendo così completato, tale cosmo vivente visibile abbracciante le cose visibili, immagine dell’intellegibile, dio sensibile, grandissimo e ottimo, bellissimo e perfettissimo, è risultato essere questo universo, che è uno e unigenito.

Fine del Timeo di Platone

Letto questo, che differenza c’è col cristianesimo? Nessuna. E’ solo un generale disprezzo per la vita.

E queste offese si impongono ai ragazzi che studiano filosofia affinché imparino l'utilità di disprezzare gli uomini in nome di loro stessi come padrone di uomini.

Claudio Simeoni