LA VERITA'

La verità si divide in "verità di fede" e "verità di tortura". Della verità pura e semplice non frega niente a nessuno.

domenica 28 maggio 2017

Terrorismo em Marghera: evangélicos e a exaltação ao ódio social

Estive em Marghera hoje, 27 de maio de 2017, para compras e fui agredido por exaltados que deliravam em volta da bíblia, em torno do pederasta na cruz com o seu ódio pelo social, ódio esse que a bíblia manifesta contra os cidadãos que se vinculam à Constituição da República. Uma agressão de forma terrorista à qual um dos exaltados fazia uso de um megafone que tinha nas mãos; quem ia fazer compras não tinha como se livrar da agressão a não ser renunciar em adquirir compras junto aos comerciantes.




Quando se fala de terrorismo se fala de atos criminosos que são louvados mediante uma ideologia que prevê mortes, chacinas, muito além do que essa ideologia possa acarretar em termos de princípios ideológicos que exprime.

Louvar em praça pública o açougueiro de Sodoma e Gomorra, aquele porco que se vangloria de ter massacrado a humanidade com o dilúvio universal, constitui uma exaltação à chacina. É um ato de terrorismo mesmo se àquele, que exalta o açougueiro de Sodoma e Gomorra, não tem a permissão de massacrar os habitantes de Marghera, como carniceiro de Sodoma e Gomorra fez. Resta a esses criminosos a possibilidade de poder realizar tal massacre pela sua ideologia religiosa.




Quando se exalta Lutero e o seu ódio contra os hebreus, conforme ele escreveu entre outras coisas:

'[Os Hebreus] nos mantêm prisioneiros no nosso país. Eles nos fazem trabalhar, com o suor das nossas frontes, nos faz obter dinheiro e propriedade para eles; enquanto isso, eles se aquecem junto às lareiras, indolentes, presunçosos, tostando peras nas chamas da lareira, vivem a comer, a beber, tornam suas vidas belas e cômodas às custas das nossas riquezas. Eles [os hebreus] escarnecem de nós e cospem sobre nós, pelo fato de trabalharmos, e nós os aceitamos como inábeis ao trabalho, como nossos senhores e nossos patrões, e proprietários do nosso reino. O que mais devemos esperar, nós cristãos, com esse povo danado e infame dos hebreus?

Lutero continua:

[As medidas a serem adotadas] eu quero dar o meu conselho sincero.
Em primeiro lugar, é necessário atear fogo às suas sinagogas ou escolas; e o que não estiver apropriado para queimar deve ser coberto de terra e sepultado, de tal modo que ninguém mais possa ver uma só pedra ou vestígio. E isto deve ser feito em honra de nosso Senhor e da Cristandade, de maneira que Deus veja que nós somos cristãos e que não toleramos, nem permitimos - conscientemente - essas mentiras notórias, nem maldições e injúrias contra Seu filho e os Seus cristãos. Porque o que nós até agora temos tolerado por ignorância (eu mesmo não tinha percebido) nos será perdoado por Deus. Mas, se agora que estamos cientes, devêssemos proteger e defender para os hebreus uma tal casa na qual eles - bem debaixo dos nossos narizes - mentem, injuriam, amaldiçoam e cobrem Cristo com cuspidas e desprezo e nós (como temos ouvido), enfim, estaríamos de acordo com eles como se nós próprios de tal modo agíssemos, e muito pior agora que estamos bem sabedores de tudo.

Lutero continua escrevendo:

'Moisés escreve no XIII capítulo do Deuteronômio, que se uma cidade pratica a idolatria, necessário se faz destruí-la completamente com o fogo, e não deixar que dela nada reste. E se Moisés hoje vivesse, então ele seria o primeiro a incendiar as sinagogas e as casas dos hebreus. Porque ele ordenou severamente nos capítulos IV e XII, do Deuteronômio de não subtrair e nem acrescentar alguma coisa da sua lei. E Samuel expõe no XV capítulo, do primeiro livro, que não obedecer a Deus é idolatria. Agora, a doutrina dos hebreus nada mais é senão comentários de rabinos, e portanto idolatria pela desobediência; de modo que Moisés tornou-se totalmente desconhecido para eles (como tem-se dito), exatamente como para nós debaixo do papado a Bíblia tornou-se desconhecida. E, portanto, também em nome de Moisés, as suas sinagogas não mais podem ser toleradas, porque elas os difamam como a nós também, e não é necessário a eles, com tal idolatria, terem-nas como igrejas de livre acesso.

Extraído do site:

http://www.gliscritti.it/antologia/entry/1358

Claudio Simeoni expõe dando a sua explicação:
Ainda deseja-se comentar que Lutero não é o responsável pela matança dos hebreus? Existe, por acaso, um só tedesco que tenha participado direta, ou indiretamente, da matança dos hebreus que não tivesse se dirigido à igreja, e não tivesse se nutrido do ódio de Lutero contra os hebreus sem condenar a Lutero?

Claudio Simeoni continua esclarecendo sobre os escritos de Lutero:

Isto é chamado de "professar o ódio religioso" seja contra o Pagãos como contra os hebreus. Um ódio religioso que se traduz em carnificina, em agressões físicas, quando as condições assim o permitem.




O homem não é criado à imagem e à semelhança de um deus louco, cretino e incapaz que se vangloria de ser o proprietário do mundo. O homem se adapta às solicitações sociais, e as solicitações sociais às quais eram submetidas as crianças alemãs eram, também, de Lutero: um assassino sanguinário. As crianças adaptam as suas estruturas emotivas de acordo com a violência com que são submetidas; as crianças se adaptam à violência religiosa que elas padecem por parte de quem deseja obrigá-las a ficarem de joelhos para rezarem.

Essa ideologia para o assassinato, do açougueiro de Sodoma e Gomorra, foi levada em praça pública de Marghera. Exalta-se o deus da bíblia e junto com ele a carnificina; louva-se o ódio religioso e louva-se a violência religiosa contra os menores de idade; tudo em nome e em louvor do pederasta de Nazaré (as pessoas não enxergam que ele foi preso com um menino nu envolto em um lençol, um personagem pedófilo).

Um pederasta na cruz que serve para reiterar o delito de violência contra as crianças, que são constrangidas a permanecerem de joelhos para orarem, em vez de ajudarem as crianças a se tornarem cidadãos e cidadãs conscientes de que vivem em uma sociedade que delas requer responsabilidades pessoais. Uma atitude adulta anula a outra atitude.

Os evangélicos, bem como os católicos, em Marghera, trouxeram o terrorismo obrigando as crianças a honrarem o pai e a mãe e a exaltarem um pobre incapaz na cruz, que se gaba de ser o proprietário das pessoas e divulga milagres ilusórios para construir o desespero social.

E, assim, em Marghera, os cidadãos são insultados com um megafone de onde são pronunciadas palavras que louvam a carnificina, louvam o pederasta na cruz, louvam os delitos de racismo, e progagam o ódio religioso.

AONDE ESTÁ A SEGURANÇA DA POLÍCIA DO ESTADO?



A nossa Constituição permite o culto privado, quando porém entra em público aquele pederasta na cruz que na bíblia *ORDENA PARA QUE SEJAM DEGOLADOS TODOS OS QUE NÃO SE COLOCAREM DE JOELHOS DIANTE DELE* (leiam a bíblia e constatem vocês mesmos), cometendo pois um delito e ofendendo os cidadãos. 

Ele ofende os sentimentos religiosos de cidadãos que acreditam que os direitos Constitucionais são sagrados. Terroristas que ofendem e injuriam aqueles cidadãos que acreditam que: não é um dever das crianças honrar os genitores, mas são os genitores que são obrigados a honrarem os filhos. Como? Construindo cidadãos e cidadãs responsáveis e não genitores que, se julgam no direito de violentarem a estrutura emotiva dos seus filhos e filhas, obrigando-os a ficarem de joelhos para rezarem.

Em Marghera houve um constrangimento para que as pessoas assistissem a uma manifestação de ódio social. Houve um atentado às Instituições que presenciaram a cumplicidade de uma Polícia de Estado que, ainda, mais uma vez, ao invés de honrar a Constituição da República, eis que se prostrou diante de um porco que ordena, nos evangelhos, para *degolar aquele que não se puser de joelhos diante dele.*

Os evangélicos os católicos, os hebreus e os muçulmanos, os budistas, são todos covardes porquê golpeiam pelas costas os cidadãos e, assim, disseminam o ódio social; eles agridem as crianças, eles destroem os lugares de culto Pagãos e agridem as pessoas que se recusam ficarem de joelhos diante do deus assassino deles.

É com o ódio social que Brugnaro continua a devastar Veneza. Declara guerra aos vigilantes urbanos que solicitam o respeito por suas normas. Declara guerra aos empregados do Casinò. Tudo isto para defender os seus interesses na prevaricação do trabalho, e para a construção da miséria social em nome e em louvor do pederasta na cruz e do carniceiro de Sodoma e Gomorra.

Enquanto Brugnaro impede as manifestações como Mestre Europa, e favorece os insultos aos habitantes de Marghera, em nome do açougueiro de Sodoma e Gomorra, e do pederasta na cruz, eis que evangélicos e católicos, ambos covardes, sempre fogem como ratos de esgoto, mas a eles é permitido violentar a psique das crianças. Como? Obrigando-as a rezarem.

Por muito menos magistrados mandaram prender, e condenaram; enquanto agora se consente a uma ralé de assassinos (que exaltam a bíblia, o que significa reiterar o delito de apologia de matança, de carnificina, isto é comparticipa com a hecatombe acima descrita - nota: Aqui Claudio se refere desde os escritos de Martinho Lutero - Martin Luther - e ao deus feroz bíblico) que exaltam o açougueiro de Sodoma e Gomorra ou o pederasta na cruz numa praça onde os cidadãos são obrigados a sofrer a propaganda forçada e deixarem de fazer as suas compras que haviam planejado.

Isto é terrorismo.

Ou talvez vocês pensem que quando o porco do deus bíblico "diz":

'Moisés, o sacerdote Eleazar e todos os príncipes da comunidade saíram ao seu encontro fora do acampamento. 14 Moisés se enfureceu contra os comandantes do exército, chefes de milhares e chefes de centenas, que voltavam daquela expedição de guerra. 15 Moisés lhes disse: "Vocês deixaram todas as fêmeas com vida? 16 Eles, por recomendação de Balaam, ensinaram aos Israelitas a infidelidade contra o Senhor, no serviço de Peor; pelo qual vem o flagelo na comunidade do Senhor. 17 Agora matem cada macho entre as crianças e matem cada mulher que se uniu a um homem; 18 Mas todas as meninas que não se uniram com homens, conservem-nas com vida. 19 Depois acampem durante sete dias fora do campo; aquele que matou alguém . e aquele que tocou um cadáver que se purifique no terceiro e no sétimo dia; isto é valido para vocês e os prisioneiros de vocês. 20 Purifiquem também cada vestimenta, cada objeto de pele, cada trabalho elaborado com pelo de cabra e cada objeto de madeira'

Números 31, 13 - 20

Isso não seria um induzimento ao ódio social? Incitar à matança exatamente como os nazistas fizeram nos campos de concentração? Por quê a Polícia de Estado concede ao açougueiro de Sodoma e Gomorra cometer delitos, dos mais atrozes, como os que ela reprime com os seguidores de Ísis? Talvez porque para a Polícia de Estado a lei não é igual para todos?



Isso pode agradar aos policiais que torturam os cidadãos, mas essas são regras estabelecidas pela nossa Constituição. De modo que, um Policial só pode considerar-se como tal, na medida em que ele segue a Constituição da República, porquanto ao contrário é considerado como um bandido, um criminoso, que faz uso das Instituições para delinquir usando de normas diversas das estabelecidas pela Constituição. O crime de assassinato em massa é reiterado cada vez que se exalta a bíblia, sem que esse deus bíblico seja condenado pelos seus delitos. Exaltar a bíblia constitui ofensa e agressão a cada pessoa da sociedade civil.

Louvar o deus da bíblia É UM ATO DE TERRORISMO PRATICADO CONTRA A NOSSA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA!

Só pelo fato de a Polícia do Estado não reprimir o terrorismo significa que, desse modo, ela extrai um benefício: quantas crianças mais andarão mendigando o milagre do Padre Pio em vez de tornarem-se cidadãos conscientes e responsáveis dentro da sociedade civil?

Quantas crianças ainda morrerão na busca de remédios homeopáticos porque os genitores estão convictos de que alguém faz milagres?

Esses covardes, que exaltam o ódio do deus da bíblia, sabem cometer violência contra as crianças e aos indefesos, contra as pessoas frágeis e isto "graças" aos policiais, que não cumprem com o seu dever.

O deus dos cristãos que bombardeia os muçulmanos é o mesmo deus com que os muçulmanos do Ísis justificam as bombas deles: desejamos acabar com a ideologia do terrorismo?

São 2000 anos que os cidadãos padecem violências em nome de um criminoso idiota e covarde, que disseminava ódio e difamação e que foi condenado à cruz.

Desejamos acabar com isso e respeitar as normas da Constituição em seu espírito?

É vergonhoso que as normas de igualdade, da nossa Constituição, são constantemente espezinhadas em nome de um criminoso que, afirmando ter criado o mundo, julga-se no direito de cometer todas as atrocidades como se os delitos contra a humanidade prescrevessem.

Ponto final com essas manifestações de terrorismo contra a nossa Constituição da República!

Ponto final com os insultos aos habitantes de Marghera por um punhado de votos.

Claudio Simeoni

Traduzido por Dante Lioi Filho


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